Acredito em energias. Boas ou ruins. Eu sinto que existem forças que movem o mundo e isso me ajuda a perceber as coisas da vida. Essa percepção, de certo modo, me faz sentir uma pessoa melhor. Uma vez que podemos ser espelho: refletir, passar adiante o que há de bom.
Um dia eu saí atrasada para o trabalho e como não deu tempo de tomar café da manhã em casa, resolvi entrar na lanchonete que fica em frente ao ponto do ônibus. É uma rua muito movimentada e a lanchonete estava lotada. Afinal, parece que muitas pessoas também não têm tempo de tomar um café matutino tranqüilo. Enfim, enquanto o ônibus não vinha eu iria comer alguma coisa ali mesmo enquanto aguardava o 5509.
Fiquei em pé próxima ao balcão e a moça do outro lado sorriu para mim, me deu um bom dia caloroso e disse: “O que vai querer minha querida? Tem pão de queijo fresquinho, quer um? Ou você prefere um pastel que acabou de sair? Pode sentar, minha linda, fique à vontade”.
Olhei para a moça ressabiada, com cara de elevador (aquela que fazemos dentro de um elevador cheio de estranhos). Fiquei espantada com tamanha educação e agradeci por ela existir, por ela sorrir, por me acolher. Fui servida e fiquei observando. Ela tratava todos que chegavam ao balcão de uma forma tão carinhosa que me emocionou. Ela tem a voz firme e alta e diz “bom dia” a todos de forma muita alegre. Percebi que ela chamou o meu colega pelo nome. E o perguntei se a “moça sorriso” era sempre assim. Ele disse que em muitos anos como freqüentador da lanchonete, ele nunca a viu cabisbaixa.
Depois desse dia, sempre que possível, passo na tal lanchonete para tomar café da manhã. Mas no fundo, gosto daquele lugar porque ali recebo o sorriso da atendente e sou contagiada por ela. E todos os dias, ela está alegre, de bem com a vida e recebendo a todos calorosamente.
Meu pão de queijo está sempre delicioso e o café também, mas a comida é reflexo da atenção da moça com os clientes. Delícia é ser tratada com educação e respeito. Não sei o nome dela, não sei onde mora, nem o que mais faz da vida. Mas sei que assim como eu, ela tem problemas infinitos, porém, ao acordar todas as manhãs, escolhe sorrir para a vida e para os clientes. Ela faz o meu coração vibrar. A energia dela é tão boa e ela é tão animada que dá vontade de ficar perto. Passo lá na lanchonete sempre que me sinto desanimada com algo e recarrego as baterias e saio confiante para mais um dia de trabalho.
A vida não tem sentido se deixarmos nos contaminar pelos problemas. Eles existem, mas são mais fáceis de resolver quando estamos sorrindo. Assim como a moça da lanchonete, existe um monte de moças e moços nesta vida que são pontos de luz e o mundo seria melhor se sorríssemos como eles.
Existem opções em nossas vidas, porque temos o direito de escolher como vamos nos comportar diante dos percalços do dia-a-dia. Abro os olhos diariamente e posso traçar o meu destino. Sorrir ou chorar? Brigar ou amar? Agradecer ou reclamar? É uma escolha. Escolho procurar vender sorrisos, minha cordialidade e meu respeito em troca de um mundo melhor. E a “moça sorriso” da lanchonete me ajudou a perceber isso.
Um dia eu saí atrasada para o trabalho e como não deu tempo de tomar café da manhã em casa, resolvi entrar na lanchonete que fica em frente ao ponto do ônibus. É uma rua muito movimentada e a lanchonete estava lotada. Afinal, parece que muitas pessoas também não têm tempo de tomar um café matutino tranqüilo. Enfim, enquanto o ônibus não vinha eu iria comer alguma coisa ali mesmo enquanto aguardava o 5509.
Fiquei em pé próxima ao balcão e a moça do outro lado sorriu para mim, me deu um bom dia caloroso e disse: “O que vai querer minha querida? Tem pão de queijo fresquinho, quer um? Ou você prefere um pastel que acabou de sair? Pode sentar, minha linda, fique à vontade”.
Olhei para a moça ressabiada, com cara de elevador (aquela que fazemos dentro de um elevador cheio de estranhos). Fiquei espantada com tamanha educação e agradeci por ela existir, por ela sorrir, por me acolher. Fui servida e fiquei observando. Ela tratava todos que chegavam ao balcão de uma forma tão carinhosa que me emocionou. Ela tem a voz firme e alta e diz “bom dia” a todos de forma muita alegre. Percebi que ela chamou o meu colega pelo nome. E o perguntei se a “moça sorriso” era sempre assim. Ele disse que em muitos anos como freqüentador da lanchonete, ele nunca a viu cabisbaixa.
Depois desse dia, sempre que possível, passo na tal lanchonete para tomar café da manhã. Mas no fundo, gosto daquele lugar porque ali recebo o sorriso da atendente e sou contagiada por ela. E todos os dias, ela está alegre, de bem com a vida e recebendo a todos calorosamente.
Meu pão de queijo está sempre delicioso e o café também, mas a comida é reflexo da atenção da moça com os clientes. Delícia é ser tratada com educação e respeito. Não sei o nome dela, não sei onde mora, nem o que mais faz da vida. Mas sei que assim como eu, ela tem problemas infinitos, porém, ao acordar todas as manhãs, escolhe sorrir para a vida e para os clientes. Ela faz o meu coração vibrar. A energia dela é tão boa e ela é tão animada que dá vontade de ficar perto. Passo lá na lanchonete sempre que me sinto desanimada com algo e recarrego as baterias e saio confiante para mais um dia de trabalho.
A vida não tem sentido se deixarmos nos contaminar pelos problemas. Eles existem, mas são mais fáceis de resolver quando estamos sorrindo. Assim como a moça da lanchonete, existe um monte de moças e moços nesta vida que são pontos de luz e o mundo seria melhor se sorríssemos como eles.
Existem opções em nossas vidas, porque temos o direito de escolher como vamos nos comportar diante dos percalços do dia-a-dia. Abro os olhos diariamente e posso traçar o meu destino. Sorrir ou chorar? Brigar ou amar? Agradecer ou reclamar? É uma escolha. Escolho procurar vender sorrisos, minha cordialidade e meu respeito em troca de um mundo melhor. E a “moça sorriso” da lanchonete me ajudou a perceber isso.

5 comentários:
Me fala onde é essa lanchonete no centrão... O atendimento e a qualidade dos produtos encontrados lá são tão ruins quanto muita gente que figura nossa vida.
Espelhos!!! Vamos falar de espelhos, gosto deles.
São sempre sinceros*, mostram a verdade, refletem o invólucro do ser, sem se importar com a essência que nele habita.
Se quiser um amigo, escolha um bom espelho. Quando você está triste ele está triste, quando você sorri ele retribui, e se chorar, ele chora com você, bons amigos são os espelhos.
Quando se olha no espelho o que se vê é apenas o que se é, sem cera*.
* a palavra sincero vem do grego, e quer dizer sem cera, porque quando um oleiro faz um vaso, para tapar suas imperfeições ele usa uma cera, o vaso sem a cera é o que ele realmente era pra ser, sem se mascarar.
oi milopquinha...
bem, foi de uma maneira muito carinhosa que tb conseguimos arrancar um sorriso do brutamontes JORGE...huahauhauah
O FELIZ nao podia nos ver, que sabia que lá vinha besteira!
bjks
Digamos assim... ONDE FICA ESSA LANCHONETE? Faltou o endereço pra completar o post.
Afinal alguém capaz de sorrir todos os dias é exemplo!
Claro a escolha perfeita de suas palavras ajudaram em muito a enaltecer essa criatura que por si só possui méritos suficientes, pra ser acompanhada, acarinhada e aplaudida!
Parabéns pelo post!
A lanchonete fica na rua Caetés esquina com rua São Paulo. Passem lá!
Postar um comentário